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18 de janeiro de 2016

Crianças devolvem à natureza pássaros apreendidos em feiras livres do estado do Rio


13/01/2016

Cerca de 40 pássaros resgatados durante operações de combate ao tráfico de animais silvestres foram soltos por 20 crianças na manhã desta quarta-feira no município de Cachoeiras de Macacu, na região Metropolitana. A soltura, organizada pela Coordenadoria Integrada de Combate aos Crimes Ambientais (Cicca), da Secretaria de Estado do Ambiente (SEA), em parceria com a Polícia Militar Ambiental, foi realizada em área de Mata Atlântica, sem que fosse divulgado o local exato, visando a evitar uma nova captura por caçadores.

Antes de serem soltos, os animais foram submetidos a rigorosas análises veterinárias para assegurar que estavam em perfeitas condições de saúde e aptos a dar continuidade ao seu ciclo natural. Por meio desse procedimento, os pássaros capturados não correm risco de transmitir doenças para os animais que já estão em seu hábitat natural.

Entre as espécies que foram devolvidas à natureza estão coleiros, trinca-ferros, canários-da-terra e outras representativas da fauna do Estado do Rio de Janeiro.
Para o coordenador da Cicca, José Maurício Padrone, a iniciativa de reunir crianças para soltar os pássaros é a melhor forma de promover a educação ambiental, além de ser uma excelente experiência interativa, “onde certamente essas crianças servirão de agentes multiplicadores para mudar a cultura da retirada de pássaros da natureza para criá-los em cativeiros”.

“Por intermédio dessas criancas, estamos devolvendo os animais para o lugar onde eles jamais deveriam ter saído. A retirada criminosa destes animais da natureza interrompe a cadeia alimentar e causa inúmeros prejuízos para a fauna, já que muitos deles são responsáveis pela dispersão de sementes.”, disse o coordenador da Cicca.

O comandante da Polícia Militar Ambiental, coronel André Vidal, explicou que, segundo a legislação, quem mata, apanha, expõe a venda ou cria em gaiolas animais silvestres sem autorização está sujeito a uma multa que varia de 500 até 5.000 reais por animal, além de detenção de seis meses a um ano. “Novas solturas utilizando crianças de localidades rurais serão realizadas ao longo do ano”, afirmou o coronel.



16 de abril de 2015

Foi criada a Área de Proteção Ambiental Marinha Boto-Cinza!



Caros Amigos e parceiros, 

Gostaria de compartilhar com todos vocês que agora é lei: APA Marinha Boto-Cinza é uma realidade.

O Projeto Abrace o Boto-Cinza comemora uma grande conquista. Hoje (16/04), foi publicada a Lei nº 962, sancionada no passado dia 10 de abril, pelo prefeito de Mangaratiba, a qual cria a Área de Proteção Ambiental Marinha Boto-Cinza. Com a publicação, a lei passa a vigorar a partir de agora.  

A APA Marinha Boto-Cinza é uma unidade de conservação de uso sustentável e tem como missão a conservação do ecossistema marinho da Baía de Sepetiba em consonância com o desenvolvimento sustentável e com a proteção de espécies ameaçadas, como o boto-cinza, que habitam a região.

A criação da APA Marinha é de extrema importância para a região, tendo em vista que a Baía de Sepetiba é uma das maiores do Brasil e riquíssima em biodiversidade e por abrigar a maior população de  botos-cinza, animal que atualmente está na Lista Nacional das Espécies da Fauna Brasileira Ameaçadas de Extinção. As Unidades de Conservação têm como objetivo compatibilizar a conservação da natureza com a correta utilização dos recursos naturais. Entre os objetivos principais da APA Marinha Boto-Cinza estão a necessidade de promover a pesca e garantir o estoque pesqueiro na região, fundamental para a sobrevivência de populações tradicionais e para essa atividade econômica – prejudicada pela pesca industrial, a qual a APA Marinha Boto-Cinza pretende combater veementemente – e a necessidade de promover o turismo responsável, ecologicamente correto, garantindo o equilíbrio ambiental da zona costeira e marinha. 




Atenciosamente,


Leonardo Flach

Preservar o boto-cinza é nossa paixão.
Ensinar a preservar é nossa missão.

Instituto Boto Cinza
Tel: 55 21 7846-6364  ID 83*84180

19 de dezembro de 2014

Publicadas novas Listas Nacionais de Espécies da Flora e da Fauna Ameaçadas de Extinção!

Crédito: www.mma.gov.br



O Governo Federal realizou a maior avaliação da fauna já feita no mundo. E o levantamento concluiu que, ao todo, 170 espécies deixaram de fazer parte da relação de animais ameaçados de extinção. Entre elas, estão a baleia-jubarte e a arara-azul-grande, ambas com populações em recuperação.

Feita entre 2010 e 2014, a pesquisa considerou 12.256 espécies da fauna brasileira, incluindo peixes e invertebrados aquáticos. Na lista anterior, de 2003, haviam sido avaliadas 816.

Os resultados incluem a avaliação de espécies antes não descritas. Uma delas é o macaco-prego-galego, encontrado na Mata Atlântica nordestina, e que já entrou na lista como espécie ameaçada. Por outro lado, três espécies consideradas extintas foram reencontradas pelos especialistas, como a libélula Fluminagrion taxaense, a formiga Simopelta minina, e o minhocuçu Rhinodrilus sasner.

Saiba mais sobre esse levantamento na matéria do site do Ministério do Meio Ambiente.

Fonte: Intranet do Inea/RJ.

Mais detalhes AQUI.

Para baixar (arquivos em pdf):

Portaria MMA 443-2014 - Lista da Flora Ameaçada

Portaria MMA 444-2014 - Lista da Fauna Ameaçada Vertebrados e Invertebrados Terrestres

Portaria MMA 445-2014 - Lista da Fauna Ameaçada peixes e invertebrados aquáticos

IN Conjunta ICMBio-Ibama 1-2014 - Manejo e Conservação de Fauna


Repercussão na mídia:



Esperança à biodiversidade. O Dia, 18/01/2015.

Cientistas rebatem pescadores e defendem lista de espécies ameaçadas. Estadão, 13/01/2015.

Petição pública: Manutenção da Portaria 445/2014-MMA (Espécies Ameaçadas). Avaaz, 09/01/2015.



17 de outubro de 2014

Palestra hoje, 17/10/2014: CADASTRAMENTO DE ÁREAS DE SOLTURA DE ANIMAIS SELVAGENS NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO.



Convite para palestra hoje, 17 de outubro, às 19h, da Bióloga Diana Levacov na Oratória Rogéria Guida sobre 
CADASTRAMENTO DE ÁREAS DE SOLTURA DE ANIMAIS SELVAGENS NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO.
O endereço é Av. Nossa Srª de Copacabana, 195 - Auditório 518 (Próximo a est. do metrô Cardeal Arcoverde e à Praça do Lido). Mais detalhes no link abaixo:

25 de julho de 2014

Manter um animal silvestre dentro de casa pode trazer riscos que muita gente desconhece

16 de julho de 2014 -  O presidente do Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV) e Médico Veterinário, Benedito Fortes Arruda, escreveu um artigo sobre  os riscos de se manter em casa um animal silvestre e tratá-lo como um bicho de estimação. Ele também abordou a questão do tráfico de animais selvagens e da iniciativa do CFMV que, em 2013, lançou a Campanha Nacional de Combate ao Tráfico de Animais Silvestres. O conteúdo foi publicado na revista Cães e Cia. Confira!



*Por Benedito Fortes Arruda.

O tráfico de animais é a terceira maior atividade ilícita no mundo, superada apenas pelo tráfico de drogas e de armas. É o que aponta pesquisa da Organização das Nações Unidas (ONU) realizada em 2010. A ONU ainda revela que o valor do mercado mundial de tráfico de animais, considerado também a segunda maior causa de extinção de espécies, chega aos 20 bilhões de dólares anuais. Já uma pesquisa realizada pelo Instituto Brasileiro de Opinião  Pública e Estatística (Ibope), em meados de 2010, aponta que 30% dos brasileiros têm ou já tiveram animais silvestres ou selvagens em casa. Ainda segundo o Ibope, papagaios, pássaros cantores e tartarugas estavam entre os animais mais vendidos pelo comércio ilegal.
Fugir do senso comum e manter em casa um pet menos convencional - como araras, macacos, cobras e outros répteis – traz riscos que muita gente desconhece. Para ter qualidade de vida, os animais silvestres precisam estar em seu habitat natural. Mantê-los em casa requer cuidados com alimentação, espaço, vacinação, acompanhamento médico-veterinário, entre outras atenções, muitas delas mantidas a custos elevados. E todos esses cuidados nem sempre representam segurança para o criador. O próprio dono do animal pode se tornar vítima de seu pet silvestre. Um exemplo são os macacos que entram na puberdade aos 8 anos de idade e, mesmo domesticados, podem ficar agressivos. Além disso, podem transmitir viroses e doenças, como malária e febre amarela.
Assim, não é sem motivos que o Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV) aconselha a população a não adquirir nem transportar animais silvestres. Se o desejo é conhecê-los, recorra a visitas monitoradas comuns em reservas ambientais. Além de ser mais seguro para todos, pode ser um passeio divertido para a família.
No Brasil, a rota do tráfico tem origem nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste, e chega ao Sul e Sudeste, onde os animais costumam ser vendidos em feiras livres ou seguem para países da Europa e América do Norte. De acordo com a organização não-governamental Renctas (Rede Nacional de Combate ao Tráfico de Animais Selvagens), as aves são as maiores vítimas, representando 82% do total de bichos traficados.
Embora não existam números fechados relativos ao tráfico de animais selvagens em todo o Brasil, pode-se afirmar que a prática ainda demanda especial atenção das autoridades. Parcerias entre as Polícias Federal e Rodoviária, Ibama, Infraero e diversas ONGs têm sido de extrema importância para desmontar a ação das quadrilhas. Essa união ganha reforço da Interpol - agência de polícia internacional -, que também coopera com o governo brasileiro para o combate ao tráfico.
Atento a seu papel de também zelar pela melhor qualidade de vida e equilíbrio entre o Homem e a Natureza, o próprio CFMV lançou a Campanha Nacional de Combate ao Tráfico de Animais Silvestres em 2013. No portal do Conselho, estão disponíveis informações que visam conscientizar a sociedade, aumentar a visibilidade do problema e alertar sobre a gravidade das consequências oriundas do tráfico. 

*Benedito Fortes de Arruda é Médico Veterinário e presidente do CFMV.

Fonte: Ascom CFMV

30 de junho de 2014

Animais silvestres: Uma simples foto pode ser mais prejudicial do que você imagina!



Veja o vídeo da campanha, clicando AQUI.


Maus-tratos a animais silvestres é tema de campanha do Ibama na AmazôniaImprimirE-mail
Brasília (27/06/2014) – O Ibama, em parceria com o Amazonas Tur, lança na região da Amazônia a campanha de combate ao uso ilegal de animais silvestres com o tema “Não incentive o turismo que maltrata os animais”, visando a prevenir crimes ambientais durante a Copa do Mundo de Futebol.
...
Leia toda a matéria AQUI.

12 de maio de 2014

Crimes ambientais





O Inea e a Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente (DPMA) resgataram 178 animais silvestres de cativeiros na última quinta-feira (8/5) em duas operações em diferentes regiões do Rio. Uma delas foi realizada pelo Inea na Ilha de Itacuruçá, em Mangaratiba, e a outra pela Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente (DPMA) nos bairros de Irajá, Pilares, Humaitá e nos municípios de Nova Iguaçu e Niterói. 
Entre os animais apreendidos, a maioria era de pássaros, inclusive da espécie pichanchão, ameaçada de extinção, além de canários-da-terra, papagaios, maritacas, sabiás e sabiás-laranjeira, entre outros. Na Ilha de Itacuruçá, o Inea apreendeu 84 pássaros, um jabuti e um esquilo em área de amortecimento do Parque Estadual de Cunhambebe (PEC). Essa operação foi comandada pela Coordenadoria Geral de Fiscalização do Inea (Cogefis), com apoio da Superintendência de Sepetiba (Supsep), do Comando de Policiamento Ambiental (CPAm) e da Prefeitura de Mangaratiba.
Já na "Operação Liberdade", que envolveu cinco equipes e 15 homens da DPMA, 92 pássaros silvestres de diversas espécies foram apreendidos. Seis pessoas foram autuadas, sendo uma reincidente. Só esta última mantinha em cativeiro 69 pássaros de diferentes espécies.
Os animais resgatados foram encaminhados para o Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas) do Ibama em Seropédica. Dois infratores foram encaminhados para a Delegacia de Mangaratiba e autuados no artigo 31 da Lei Estadual 3.467/2000, que prevê punição para quem mantém animais silvestres em cativeiro sem licença expedida pelo órgão ambiental. A multa é de R$ 500,00 por espécie apreendida, aumentando para R$ 3.000,00 quando se tratar de espécie ameaçada de extinção.
Mais uma vez, é o poder público trabalhando para combater os crimes ambientais no Estado do Rio!

Fonte: Gecom/Inea (texto e foto).

Na mídia: 

Operações resgatam 178 animais silvestres em cativeiros no RJ. Entre os animais apreendidos há pássaros, jabuti e esquilo. R7, 08/05/2014.

Saiba mais: 
Tráfico de animais no Brasil e suas consequências. Até onde um hábito nocivo deve ser preservado como patrimônio cultural? National Geographic Brasil, 12/05/2014.

4 de dezembro de 2013

Fatos e Fotos: Dia Estadual de Repressão ao Tráfico de Animais Silvestres na Fundação RioZoo

Fotos: Diana Levacov.

Tenda da Campanha.

Itens do projeto "Brincando com Gaiolas", do PETP.

Itens da campanha "Abrace esssas dez", da SEA.

Painel informativo da Gerência de Fauna -
Gefau/Dibap/Inea.

Público com os animais taxidermizados. Espécies mais
visadas pelo tráfico de animais silvestres.


Público interessado nos brinquedos educativos.

Público checando o material escrito: 
livros, folhetos e cartazes.


Painel informativo apresentado por estagiária da 
Fundação RioZoo e mesa com folhetos do Inea, 
da SEA e do RioZoo.


Equipe do Inea e da SEA.
Postagem relacionada:

14 de novembro de 2013

Prorrogado prazo de Consulta Pública

Clique na imagem para acessar o site do Inea.



Foi prorrogado para o próximo dia 20/11, até às 18 horas, o prazo final da consulta pública de instrumentos legais para apoio a gestão das unidades de conservação estaduais, previsto, anteriormente, para o dia 09/11. 

Desde o último dia 24/10, o Instituto Estadual do Ambiente (Inea), órgão gestor das unidades de conservação estaduais, oferece a oportunidade aos interessados que queiram contribuir na regulamentação dos instrumentos: Programa de Voluntariado e Uso do espaço e da imagem em unidades de conservação estaduais

Os processos participativos ampliam a capacidade opinativa, propositiva e o poder de tomada de decisão da sociedade na gestão pública, além de contribuírem para uma administração mais eficiente. 

As contribuições deverão ser enviadas para: usopublico@inea.rj.gov.br



PARTICIPE!


Pelos próximos dias (até 20/11/2013), o Instituto Estadual do Ambiente - INEA, órgão gestor das unidades de conservação estaduais, abre ao público a possibilidade de contribuir na regulamentação dos seguintes instrumentos: 


1. Programa de Voluntariado em unidades de conservação estaduais (Minuta 1, clique para ler);


2. Regulamentação do uso do espaço e da imagem em unidades de conservação estaduais (Minuta 2, clique para ler);

Participe deste processo e ajude o Inea melhorar ainda mais a gestão das unidades de conservação estaduais.



27 de agosto de 2013

SECRETARIA DO AMBIENTE FAZ MEGAOPERAÇÃO CONTRA CRIMES AMBIENTAIS EM RIO CLARO

26/ 08/ 2013

Fotografia de Luiz Morier
Dois areais clandestinos fechados, seis pessoas detidas, um rancho que servia de abrigo para caçadores destruído e vários apetrechos para caça apreendidos. Este foi o saldo da megaoperação realizada para reprimir crimes ambientais, desde o último domingo (25/8), pela Coordenadoria Integrada de Combate aos Crimes Ambientais (Cicca), da Secretaria de Estado do Ambiente (SEA), no Município de Rio Claro, na Região do Médio Paraíba.

A ação – que mobilizou cerca de 40 pessoas entre técnicos do Instituto Estadual do Ambiente (Inea) e do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e agentes da Polícia Ambiental e da Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente (DPMA) – visa a sufocar os crimes ambientais que eram combatidos pelo biólogo espanhol Gonzalo Hernandez, assassinado no início do mês.

Segundo a polícia, a morte do ambientalista tem relação com sua luta pela preservação ambiental da região. Durante a blitz ambiental, os agentes distribuíram em Lídice – distrito de Rio Claro onde o biólogo tinha um sítio – e em outras áreas do município cartazes do Disque-Denúncia oferecendo recompensa de R$ 5 mil para quem der pistas que levem à prisão dos criminosos.

Nesta segunda-feira (26/8), com a participação do secretário estadual do Ambiente, Carlos Minc, a equipe de fiscais percorreu o distrito de Lídice, a cerca de 20 km do Centro de Rio Claro, onde flagrou dois pontos de extração ilegal de areia praticada por seis pessoas. Elas foram detidas e encaminhadas à 168ª D.P (Rio Claro), onde prestaram esclarecimentos, e responderão por crime ambiental.

No domingo (25/8), a equipe destruiu um rancho que servia de abrigo para caçadores de animais silvestres dentro do Parque Estadual do Cunhambebe, em Rio Claro. No local, os agentes apreenderam vários apetrechos para caça.

O secretário Carlos Minc afirmou que a ação visa a fechar o cerco contra os criminosos ambientais que eram reprimidos pelo ambientalista assassinado:

“A ação, que estamos chamando de Operação Gonzalo, é um cerco que estamos fazendo contra criminosos ambientais que eram objeto de denúncias do ambientalista que foi assassinado. O Parque Estadual Cunhambebe é recente e, no momento, estamos construindo a sede e o alojamento para os guarda-parques. A nossa expectativa é que, no final do ano ou início de janeiro de 2014, seja inaugurada uma Unidade de Policiamento Ambiental (UPAm) nesta unidade de conservação, que é o nosso segundo maior parque estadual. Além do fechamento destes areais clandestinos, vamos dinamitar nove fornos para a produção de carvão construídos nos arredores do Cunhambebe, entre Rio Claro e Itaguaí, o que é uma ilegalidade”, disse Minc.

Segundo o coordenador da Cicca, coronel José Maurício Padrone, as ações de combate aos crimes ambientais serão promovidas na região por tempo indeterminado:

“Vamos concentrar esforços para combater a caça de animais silvestres, os areais clandestinos e a extração ilegal de palmitos, que eram os principais crimes ambientais denunciados pelo Gonzalo Hernandez. Não vamos sair daqui enquanto não acabarmos com essas práticas contra o meio ambiente”, advertiu Padrone.

Fonte: Site do Inea <http://www.inea.rj.gov.br/>.

Parque Estadual do Mendanha é criado

Diretoria de Biodiversidades e Áreas Protegidas cria o Parque Estadual do Mendanha
 Clique na imagem para expandir.




Fonte: GeproBlog <http://geproinearj.blogspot.com>.   



4 de julho de 2013

Entrevista com Adilson Gil - Gerente da Gefau

Por Felipe Salgado*
03/07/2013
O Estado do Rio de Janeiro concentra características que justificam sua alta biodiversidade: relevo acidentado e características do solo que propiciam a existência de variados habitats em uma área relativamente pequena.
Em 1987 foi promulgada a Lei Estadual nº 1.110, que instituiu a data de 06 de julho como o Dia da Fauna, a ser comemorado anualmente. Há pouco mais de um ano, em 28/05/2012, foi dado o início das atividades da Gerência de Fauna do Inea, na Diretoria de Biodiversidade e Áreas Protegidas.
A Gefau, em conjunto com a SEA e outros setores do Inea, está atuando nas medidas e providências relacionadas à criação e estruturação de um Centro de Triagem de Animais Silvestres e participando dos processos de licenciamento ambiental com a participação nas autorizações de manejo e resgate de fauna silvestre. 
Então, fizemos uma entrevista com o Gerente da Gefau, Adilson Gil, a poucos dias do Dia Estadual da Fauna que será comemorado no auditório do Inea, na 6ª-feira, a partir das 9h. 
Confira na íntegra:

Como se deu a criação da Gerência de Fauna (Gefau) do Inea?
A Gefau é fruto de uma iniciativa da SEA e da Presidência do Inea com dois objetivos: o primeiro, de forma pioneira de se trazer a gestão de fauna efetivamente ao meandro das funções do estado, considerando as inúmeras ações que já eram executadas pelas Diretorias, Unidades de Conservação e Superintendências, seja na fiscalização ou no manejo cotidiano. A segunda trata-se de buscar consolidar as condições operacionais para o cumprimento das competências atribuídas ao estado por força da Lei Complementar     nº 140/2011, em especial para as autorizações dos criadores de fauna silvestre.


Quais são as principais atribuições e atividades da Gefau?
Atualmente, a Gefau foca em buscar as condições necessárias, incluindo a formulação de normas, além das necessárias interlocuções com o Ibama, para a consolidação das atribuições de autorização e gestão dos criadouros. Diariamente, recebemos uma média de cinco chamadas, seja de órgãos públicos ou de particulares, com a necessidade de resgate e destinação de animais silvestres, que buscamos com apoio de diversos parceiros e algumas vezes diretamente, dar a destinação mais adequada, mesmo que provisória. A Gefau ainda apoia as ações de educação ambiental da SEA/Inea, incluindo a campanha de combate ao tráfico de animais silvestres, além de participar ativamente das formulações de instruções técnicas e análises de solicitações de manejo em processos de licenciamento ambiental, em absoluta afinidade com a Dilam. 
 
Quais foram as maiores conquistas até agora alcançadas na competência de gestão de fauna silvestre no Estado?

Podemos destacar algumas importantes ações, neste momento que ainda estamos desbravando o conceito de fauna no estado: a primeira foi concretizarmos a aprovação de um Projeto Fecam para adequação e reforma do Centro de Estudos e Manejos de Animais Silvestres da Prefeitura do RJ que, além de ampliar o atendimento aos animais domésticos - não menos importante -, será o segundo Centro de Triagem para animais silvestres em todo o estado, numa ação conjunta com a Prefeitura do RJ. Tão importante quanto, foi a publicação da Resolução Inea que trata sobre os procedimentos para o manejo de fauna silvestre nos licenciamentos ambientais. A formulação desta norma, conjuntamente com a Dilam, foi uma importante medida de trazermos a fauna silvestre ao cotidiano das normatizações padrão do Inea.  A Gefau ainda se encontra num processo de efetiva estruturação, incluindo a possibilidade de novos servidores oriundos do concurso e de remanejamentos internos Ela já se apresenta como uma referência, em especial pelo cuidado, seja para o público interno ou externo, em propiciar uma resposta adequada aos anseios apresentados.

Conte-nos um pouco sobre a criação e estruturação do Centro de Triagens de Animais Silvestres.
A necessidade gerou a oportunidade. Com o fechamento do único Cetas existente no estado, se tornou mais óbvio a necessidade de buscarmos alternativas para o acolhimento e triagem dos animais silvestres apreendidos e resgatados. 
Nesta busca de alternativas, que não se resumiu ao Cemeas, esperamos divulgar novas conquistas, a parceria com a Prefeitura RJ se tornou mais adequada, até pela existência de estruturas pré-existentes, assim como por sua localização.
Neste momento, a concretização deste centro se encontra em avançada interlocução com a Prefeitura que, a partir de termo de cooperação técnica com o Inea, se firmarão as obrigações de cada um, considerando já existir a aprovação do projeto, inclusive com publicação no DOERJ, de mais de um milhão.


Quais são as espécies em extinção no território fluminense? Como combater o tráfico de animais e pra quem denunciar?

As espécies ameaçadas de extinção no estado, oficialmente, estão indicadas na Portaria SEMA nº 01, de 1998, porém, podemos destacar as dez espécies símbolos que são objeto, inclusive, de uma campanha própria da SEA, entre elas o muriqui (mono-carvoeiro, Brachyteles arachnoides). As 10 espécies que estampam a campanha da SEA são o muriqui, o mico-leão-dourado, a preguiça-de-coleira, o lagarto-branco-de-areia, o surubim-do-paraíba, o formigueiro-do-litoral, o tatu-canastra, a jacutinga, o cágado-da-paraíba e o boto-cinza. Além da constante fiscalização, controle e monitoramento, a ser realizado por todos os órgãos ambientais e polícias, a principal forma de combater o tráfico é buscar instruir o cidadão que LUGAR DE ANIMAL SILVESTRE É NA NATUREZA. Mesmo as ações de fiscalização, necessárias obviamente, geram um número enorme de animais apreendidos, com alto custo para seu tratamento e manutenção e, na maioria das vezes, sem possibilidade de destinação em retorno à natureza ou criadouros, gerando significativa quantidade de animais que não saem dos Cetas, ou mesmo que tenham que ser depositados com terceiros. As ações educativas, que busquem trazer ao conhecimento do cidadão os problemas trazidos pela compra de silvestres, são prioridades!


Integrantes da Gefau.


*Felipe Salgado é jornalista da Gerência de Comunicação (Gecom) do Instituto Estadual do Ambiente/RJ (Inea).

7 de junho de 2013

Gefau em ação na Semana do Meio Ambiente

Trilha da sede da APA de Massambaba, Praia Seca, Araruama,




No dia 04/06, representantes da Gefau estiveram em Araruama, a convite do chefe da APA de Massambaba, o Oceanólogo Luiz Vieira, para promover palestra a estudantes de uma escola local, além de conceder entrevista para a Rádio Mar Aberto de Araruama, sob direção do Radialista Roberto Pollmann. A palestra do Médico Veterinário Washington de Oliveira, no auditório da sede da APA, foi sobre fauna em geral e dissertou sobre as categorias e a função ecológica dos animais. A entrevista foi realizada pelo Chefe da APA, que apresenta um programa quinzenal sobre temas ambientais relevantes para a região. A Bióloga Diana Levacov falou, entre outros assuntos, sobre o Tráfico de Animais Silvestres, tema de uma campanha do Inea (vide o folheto produzido pela Gefau no link http://urutau.proderj.rj.gov.br/inea_imagens/downloads/Folheto_GEFAU_Inea.pdf), enquanto o veterinário respondeu a perguntas sobre manejo de espécies exóticas (como por exemplo, o caramujo-africano) e espécies domésticas errantes.






Regressando à sede da unidade, conheceram a trilha do local e visitaram, com o Médico Veterinário especializado em animais silvestres, Dr. Odilo de Freitas, a Base de Apoio do Projeto de Monitoramento de Praias (condicionante do Ibama para as atividade de Exploração e Produção da Petrobras) e, ainda, o escritório do Guia Lagos, onde o ambientalista Yan Bonder explanou sobre as ameaças à fauna local. No mesmo dia, o Gerente da Gefau, Adilson Gil, se encontrava na Academia Nacional da Biodiversidade (Acadebio) do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) representando o Inea no Plano de Ação Nacional dos Mamíferos da Mata Atlântica Central (PAN Mamac - http://www.icmbio.gov.br/portal/biodiversidade/fauna-brasileira/plano-de-acao/372-pan-mamiferos-da-mata-atlantica.html).













24 de maio de 2013

Termo de Guarda de Animais Silvestres é aprovado pelo Conama




"Pessoas físicas em todo o país poderão ter a guarda provisória de animais silvestres, quando os Centros de Triagem de Animais Silvestres (Cetas) do Ibama não tiverem condições de cuidar do animal apreendido. Foi o que decidiu Conselho Nacional de Meio Ambiente (Conama), durante reunião ordinária do órgão.

A medida aprovada ontem (22) ainda passará pelo Conselho Jurídico do Ministério do Meio Ambiente para depois ser publicada no Diário Oficial. Após a publicação, os órgãos terão 180 dias para se adequar a nova medida.

..."

Fonte: O Eco Notícias <http://www.oeco.org.br/>.

Leia o resto da matéria aqui.

Leia sobre os trâmites e as versões desta resolução aqui.

Saiba mais:

CONAMA aprova Resolução que permite a posse, pela população, de animais silvestres de origem ilegal. Blogs do Estadão/Reflexões Ambientais, 24/05/2013.

14 de março de 2013

Abrace Essas Dez no Dia Nacional dos Animais




Hoje, 14 de março, aproveite o "Dia Nacional dos Animais" para conhecer melhor a campanha "Abrace Essas Dez", da Secretaria Estadual do Ambiente - SEA/RJ . Visite o site do concurso fotográfico realizado no ano passado <http://www.concursoabrace.com.br/> e conheça a fanpage da Campanha <www.facebook.com/abraceessasdez>.


Imagem: Portal Meu Mundo Sustentável.



PS: E parece que, em homenagem a esse dia, temos ótimas notícias para a fauna brasileira e mundial:


Brasil consegue apoio para coibir comércio de animais em extinção (Terra, 14/03/2013).


Duas Grandes Vitórias para os Tubarões e Raias Instituto Aqualung, 14/03/203).

Arraias mantas ganham proteçãoPortaria interministerial proíbe pesca destes animais, ameaçados de extinção, em todo o território nacional  (Ministério do Meio Ambiente, 14/03/203).

Pesca de tubarões é restritaBrasil lidera aprovação histórica que dá mais proteção internacional para as espécies ameaçadas de extinção. Medida inclui também as arraias (Ministério do Meio Ambiente, 14/03/203).